A
média do Estado do Maranhão no IDEB 2015 foi de 4,4 para as séries iniciais (2015).
Infelizmente os municípios de APICUM-AÇU, BACURI e CENTRAL (que pertencem ao
Litoral Ocidental Maranhense) obtiveram resultados inferiores que a média
estadual.
Apicum-Açu
obteve 4, Bacuri 4,1 e Central 4. Dessa forma, além de não alcançarem as
projeções para o ano de 2015 ainda ficaram abaixo da média estadual. Por outro
lado, o município de Porto Rico alcançou invejáveis 7,6, muito acima da média
estadual e brasileira.
É preocupante
porque os gestores ainda se utilizam desses resultados para se promoverem
politicamente, jogam na mídia o resultado, de maneira isolada, sem ao menos
explicar o que o índice significa de fato. Uns ainda dizem que a educação de
sua cidade anda bem e mostra a média através de prints, só que não dizem que a
projeção para aquele ano era maior do que o que foi alcançado e nem dizem
que ficaram abaixo da média estadual.
É através de indicadores como esse que sabemos, de fato, quem esta alcançando êxito em sua gestão e quem está valorizando a educação. Hoje, os países que estão em ascensão,como Coreia do Sul por exemplo, há anos com fortes índices em rankings mundiais de educação, ela é geralmente lembrada como exemplo de país cujo sistema educacional deu certo. Segundo o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2010, os alunos sul-coreanos ficaram em quinto lugar na prova que testou seus conhecimentos em matemática, ciências e leitura. Dados do Banco Mundial divulgados em 2011 apontaram que 98% dos jovens entre 25 e 34 anos completaram o ensino médio.
Esse patamar de qualidade e de acesso à educação foi atingido, segundo especialistas, graças a um maciço investimento em educação (em 2009, segundo o Banco Mundial, esse investimento foi de 5% do PIB, ou seja, US$ 47,1 bilhões) – principalmente na formação dos professores, no investimento em material de apoio e na melhoria da estrutura e funcionamento das escolas – combinado com a cultura asiática de disciplina e valorização do ensino. No Brasil, aumentar o valor destinado à educação é uma das metas do Plano Nacional da Educação, em tramitação no Congresso há dois anos.
Primeiro para alcançarmos esse status é necessários começar pelos municípios, pelos menos melhorando o IDEB, sendo realistas com a situação, e não mentindo em redes sociais mascarando os resultados.
É através de indicadores como esse que sabemos, de fato, quem esta alcançando êxito em sua gestão e quem está valorizando a educação. Hoje, os países que estão em ascensão,como Coreia do Sul por exemplo, há anos com fortes índices em rankings mundiais de educação, ela é geralmente lembrada como exemplo de país cujo sistema educacional deu certo. Segundo o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2010, os alunos sul-coreanos ficaram em quinto lugar na prova que testou seus conhecimentos em matemática, ciências e leitura. Dados do Banco Mundial divulgados em 2011 apontaram que 98% dos jovens entre 25 e 34 anos completaram o ensino médio.
Esse patamar de qualidade e de acesso à educação foi atingido, segundo especialistas, graças a um maciço investimento em educação (em 2009, segundo o Banco Mundial, esse investimento foi de 5% do PIB, ou seja, US$ 47,1 bilhões) – principalmente na formação dos professores, no investimento em material de apoio e na melhoria da estrutura e funcionamento das escolas – combinado com a cultura asiática de disciplina e valorização do ensino. No Brasil, aumentar o valor destinado à educação é uma das metas do Plano Nacional da Educação, em tramitação no Congresso há dois anos.
Primeiro para alcançarmos esse status é necessários começar pelos municípios, pelos menos melhorando o IDEB, sendo realistas com a situação, e não mentindo em redes sociais mascarando os resultados.
